Banco ortopédico
Para controlar um banco ortopédico, o clube precisa saber a qualquer momento três coisas: quais equipamentos tem, com quem cada um está e até quando. O WheelShare, sistema brasileiro de gestão para Rotary, Lions e clubes filantrópicos, tem um módulo de banco ortopédico que faz exatamente isso, com cadastro de equipamentos e beneficiários, registro de empréstimo e devolução, fila de espera e relatórios. Abaixo está o passo a passo para organizar o banco ortopédico com ou sem sistema.
Atualizado em outubro de 2026
É o estoque de equipamentos que o clube empresta de graça para quem precisa.
Muitos Rotary Clubs, Lions Clubs, Casas da Amizade e associações mantêm cadeiras de rodas, muletas, andadores, bengalas, cadeiras de banho e camas hospitalares para emprestar à comunidade. É empréstimo solidário: a pessoa usa enquanto precisa e devolve para que outra possa usar.
O problema aparece com o tempo. O controle fica num caderno, numa planilha que só uma pessoa sabe mexer ou em mensagens soltas no WhatsApp. O equipamento sai, a data de devolução não é anotada, quem emprestou troca de cargo, e ninguém sabe mais onde está aquela cadeira. A queixa mais comum dos clubes é justamente a devolução: o equipamento que some porque ninguém lembrou de perguntar por ele.
Seis práticas que funcionam em qualquer clube, seja no papel, numa planilha ou num sistema.
Dê um número a cada peça (por exemplo, "Cadeira 07") e anote o tipo, o estado de conservação e onde fica guardada. Muleta é emprestada uma de cada vez, então cada muleta merece o seu próprio registro. Sem identificação, não dá para saber qual cadeira voltou e qual continua na rua.
Nome completo, CPF, telefone e endereço. Se quem usa o equipamento não atende o próprio telefone (idoso acamado, criança, pessoa sob cuidados), anote também um responsável. É para ele que o clube vai ligar meses depois. Antes de cadastrar, procure se a pessoa já foi atendida, para o histórico dela não ficar dividido em dois.
Um documento simples em que o beneficiário (ou o responsável) se compromete a cuidar do equipamento e devolvê-lo. Pode ser em papel ou assinado pelo celular. Para empréstimos curtos, muitos clubes dispensam. O importante é a regra ser a mesma para todos.
Todo empréstimo precisa de data de saída e de uma data prevista para voltar. Sem prazo, não existe atraso, e sem atraso o clube não sabe o que cobrar. Uma vez por mês, revise o que passou do prazo, confira no depósito se o equipamento já não voltou sem registro e entre em contato com o tom certo: "estamos organizando o estoque, você ainda está precisando?". Se ainda precisa, combine uma nova data.
Quando chega um pedido e não há equipamento livre, anote nome, telefone e o que a pessoa precisa, por ordem de chegada. A fila é por tipo (quem espera cadeira de rodas recebe a primeira cadeira que voltar, não uma específica). Quando um equipamento é devolvido, ele vai para o primeiro da fila. Tire da lista quem não precisa mais.
Quantas pessoas foram atendidas, quais equipamentos mais saem, em que meses a procura aumenta e por quanto tempo, em média, cada tipo fica emprestado. Esses números servem para a assembleia do clube, para o distrito, para a imprensa local e para quem doa equipamentos.
Na devolução, confira o estado do equipamento antes de guardar. É o que evita emprestar para a próxima pessoa uma cadeira que voltou precisando de conserto.
Pelo Portal de Solicitações, um complemento do módulo de banco ortopédico.
Muita gente que precisa de uma cadeira de rodas nunca chega ao clube porque não tem o telefone de nenhum associado. O Portal de Solicitações é uma página pública, aberta pelo celular, sem senha e sem cadastro. A pessoa informa estado e cidade, escolhe o clube, vê os tipos de equipamento que ele empresta e preenche nome, telefone e uma breve descrição da necessidade.
O pedido entra direto na fila de espera do clube, e quem cuida da fila recebe uma notificação. Se havia equipamento livre naquela categoria, ele já fica reservado para a pessoa; se não havia, ela entra na fila aguardando. Pedido repetido da mesma pessoa para a mesma categoria não duplica. O beneficiário não vê nada de dentro do clube: só o catálogo e o próprio pedido.
O lugar que mais funciona para divulgar o link é o posto de saúde: um cartaz com QR Code no mural da recepção alcança exatamente quem precisa. Antes de divulgar, combine no clube quem vai olhar os pedidos e com que frequência. Veja o que é o Portal de Solicitações, o que o beneficiário vê e como ligar e divulgar o link.
A ordem que a Central de Ajuda recomenda para montar o banco ortopédico do zero.
Estoque grande vai em lote; os detalhes de cada peça entram depois.
Dá trabalho uma vez só. Depois disso, o aplicativo passa a ser a verdade sobre o estoque.
Registrar empréstimo quando alguém pega e devolução quando devolve.
Não. O banco ortopédico é um dos módulos do WheelShare, que é um sistema completo de gestão do clube: reuniões com ata gerada por inteligência artificial, associados e diretoria, eventos, financeiro, mural de avisos e relatórios, com aplicativo para iOS e Android e acesso pelo computador. O clube contrata só os módulos que vai usar; quem quer apenas o banco ortopédico não paga pelos outros.
O WheelShare é feito no Brasil para Rotary Clubs, Lions Clubs, Casas da Amizade e associações filantrópicas, e não tem relação com serviços estrangeiros de nome parecido. Para conhecer a plataforma inteira, veja gestão de Rotary Club com o WheelShare e o comparativo dos melhores sistemas de gestão para Rotary Club.
Solicite uma demonstração gratuita. Apresentamos o módulo para a diretoria e ajudamos a colocar o estoque no aplicativo.
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